Acessibilidades e transportes
A Região Oeste constitui uma zona central no Sistema Rodoviário Nacional, integrando no seu extremo sul um dos vértices do triângulo logístico nacional. A A8 é sem dúvida a principal via de acesso à Região, no entanto, a debilidade das acessibilidades intra regionais faz ampliar as distâncias naturais entre os concelhos da Região.
A infraestrutura ferroviária necessita de intervenção a nível da duplicação e electrificação de linhas. O serviço ferroviário existente apresenta elevados níveis de irregularidade, traduzidos em grandes tempos de espera e de cadência inexistente.
Gás
A construção do gasoduto para transporte de gás natural vem incrementar a capacidade competitiva da Região, sendo necessária a construção de parque(s) industrial(ais) com capacidade suficiente para atrair indústrias de grande valor acrescentado.
Saneamento básico
Nesta Região, a percentagem de lugares servidos por Redes de Abastecimento de Água é de 99,36%, verificando-se unicamente a existência de 8 lugares, com uma população inferior a 100 habitantes onde a cobertura não é total.
Esta cobertura territorial é a mais alta de toda a região.
No que se refere à rede de águas residuais, 80% da população do Oeste encontra-se servida por rede de águas residuais. Prevê-se que a curto prazo este valor se situe nos 85%.
A ligação destas redes a ETARs abrange cerca de 56% da população servida, prevendo-se igualmente que a curto prazo este valor atinja os 64%.
Registam-se actualmente investimentos nos sistemas de abastecimento de água, e nos sistemas de recolha de efluentes, destinados à requalificação dos sistemas existentes.
Dados do documento de trabalho “Levantamento e caracterização da situação de saneamento básico na RLVT”, elaborado pela CCRLVT (dados de 2002).
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